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quinta-feira, 28 de abril de 2011

Número de mortos por tempestades e tornados passa de 170 nos EUA

Número de mortos por tempestades e tornados passa de 170 nos EUA

Estado mais afetado é o Alabama, no sul, com 128 mortes.
Sete estados estão em estado de emergência.

Do G1, com agências internacionais
O número de mortos pelas violentas tempestades e tornados que atingiram grande parte do território dos EUA na véspera atinge173, informaram autoridades na manhã desta quinta-feira (28).
O estado mais afetado é o Alabama, onde 128 pessoas morreram, segundo o escritório do governador Robert Bentley. Os danos se espalham por uma grande área.
Também há mortos no Mississippi (32), na Geórgia (11), no Tennessee (1) e na Virgínia (1). Autoridades e imprensa temem que o número de vítimas cresça.
As autoridades declararam estado de emergência em sete estados: Alabama, Arkansas, Kentucky, Mississippi, Missouri, Tennessee e Oklahoma.
Em todos eles, os governadores convocaram a Guarda Nacional para ajudar nas operações de resgate e limpeza.
De um total de 50 estados, 21 foram afetados por temporais, em uma região que vai dos Grandes Lagos, no extremo norte do país, até o Golfo do México, no sul.
O presidente Barack Obama ordenou que o governo “aja rapidamente” no Alabama.
No estado, um gigantesco tornado de quase um quilômetro passou sobre Tuscaloosa, arrasando a região. O prefeito da cidade, Walter Maddox, disse que “algumas zonas estão literalmente irreconhecíveis”.
Muitas pessoas ficaram presas em suas casas, com as portas bloqueadas por árvores. As ruas estão repletas de destroços.
Tornado se aproxima de Tuscaloosa, no Alabama, nesta quarta-feira (27) (Foto: AP Photo/The Tuscaloosa News, Dusty Compton)Tornado se aproxima de Tuscaloosa, no Alabama, nesta quarta-feira (27) (Foto: AP Photo/The Tuscaloosa News, Dusty Compton)
Casa destruída por possível tornado em Concord, no Arizona, é vista nesta quinta-feira (28) (Foto: AP)Casa destruída por possível tornado em Concord, no Arizona, é vista nesta quinta-feira (28) (Foto: AP)
Em Birmingham, maior cidade do Alabama, outro tornado causou enorme destruição no norte da zona urbana, arrastando automóveis e arrancando árvores. Ao menos 375 mil pessoas ficaram sem eletricidade no estado, segundo as autoridades.
Centenas de pessoas foram retiradas para abrigos no Missouri (centro), após o rompimento de diques do Rio Black, próximo à localidade de Poplar Bluff. Imagens da televisão americana mostram equipes de resgate enfrentando a forte correnteza para salvar pessoas bloqueadas pelas águas.
Segundo o serviço meteorológico nacional (NWS, National Weather Service), a previsão é de uma breve calmaria para esta quinta (28) e sexta-feira (29), antes da chegada, no sábado (30), de uma nova tempestade.
mapa tempestades eua (Foto: Arte G1)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Brasil ainda enriquece no exterior 95% do urânio usado em Angra 1 e 2

Brasil ainda enriquece no exterior 95% do urânio usado em Angra 1 e 2

País tem tecnologia, mas atende só 5% da demanda das usinas.
Projeto para atingir autossuficiência até 2020 está avaliado em R$ 3 bilhões.

Darlan Alvarenga Do G1, em São Paulo
Dono de uma das maiores reservas de urânio do mundo e detentor de uma tecnologia com reconhecimento internacional para produzir combustível para usinas nucleares, o Brasil continua enriquecendo no exterior cerca de 95% do urânio usado em Angra 1 e Angra 2.

“A capacidade atualmente instalada permite atender a aproximadamente 5% da demanda das centrais nucleares”, afirma Humberto Ruivo, diretor das Indústrias Nucleares Brasileiras (INB), vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia, responsável pela implantação da primeira unidade de enriquecimento de urânio do país, inaugurada em 2006, em Resende (RJ), a partir de tecnologia de ultracentrifugação, desenvolvida pela Marinha.

Inicialmente prevista para 2008, a conclusão da primeira etapa do projeto, que atenderá 100% da demanda de Angra 1 e 20 % de Angra 2, já tinha sido adiada para 2012 e agora está prevista só para 2016. O custo total está estimado em R$ 545 milhões, dos quais apenas R$ 265 milhões foram investidos até o momento. Para 2011, o orçamento original de R$ 40 milhões foi contingenciado para R$ 35 milhões.

 Autoclave da INB, em Resende. Daqui, o urânio é enviado às 
centrífugas para ser enriquecido. (Foto: Arquivo/Divulgação/INB) Autoclave da INB, em Resende. Daqui, o urânio é enviado às centrífugas (Foto: Divulgação/INB)
“Em função do projeto não ter sido historicamente contemplado com a integralidade dos recursos necessários, a INB está revendo o cronograma, prevendo a alocação anual média de cerca de R$ 50 milhões para os próximos 5 anos”, afirma Ruivo.

O investimento total necessário para o que todo o ciclo do combustível nuclear passe a ser feito no país em escala para atender toda a demanda das usinas nucleares brasileiras, inclusive Angra 3, está estimado em cerca de R$ 3 bilhões, com previsão de término em 2019 ou 2020. “Se os recursos planejados vierem e forem implementados, teríamos um horizonte de atingir a autossuficiência em mais 8 ou 9 anos”, diz o diretor da INB.

Segundo a INB, o prazo poderá ser reduzido caso uma nova fábrica de ultracentrífugas seja implantada durante este período e caso sejam destinados mais recursos para o programa.

O cronograma de investimentos para o Plano Plurianual (2012-2015) ainda está em fase de discussão no governo e terá que ser aprovado pelo Congresso Nacional. Ainda não se sabe em que medida o acidente nuclear no Japão poderá influenciar no redirecionamento do programa nuclear brasileiro.
Atualmente, o principal projeto do governo na área é a construção da usina de Angra 3, prevista para ser concluída no final de 2015, com custo estimado em R$ 9,9 bilhões. A obra está em fase inicial e tem previsão orçamentária para o ano de R$ 1,965 bilhão. O Plano Nacional de Energia prevê a construção de até oito novas usinas até 2030, mas ainda não houve definição sobre a construção de novas unidades.
Pastilhas de urânio (Foto: Marcelo Côrrea/Divulgação/INB)Urânio enriquecido é transformado em pastilhas
pela INB (Foto: Marcelo Côrrea/Divulgação/INB)
Gastos no exterior
Embora polêmico, o enriquecimento de urânio para produção de combustível é considerado vantajoso e estratégico, porque agrega valor ao minério. Estudo recente realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a pedido do governo apontou, inclusive, a viabilidade econômica de exportação de eventual excedente da produção, ainda que a posição política, a princípio, seja de não vender as reservas.

Atualmente, duas etapas do ciclo do combustível dependem de serviços contratados no exterior. O minério utilizado em Angra 1 e 2 sai da mina de Catité, na Bahia, na forma de um sal amarelo (yellowcake) e vai para a França, onde é purificado e convertido para o estado gasoso (hexafluoreto de urânio). Depois, segue para unidades da Urenco, consórcio europeu contratado para enriquecer o urânio, e só então volta para o Brasil, onde é transformado em pequenas pastilhas, formando o elemento combustível. Em 2010, foram enviados para o exterior 400 toneladas de urânio na forma de pó, que retornaram na forma de hexafluoreto enriquecido.

O Brasil gasta anualmente cerca de R$ 70 milhões com os serviços de conversão e de enriquecimento de urânio contratados no exterior pela INB. Os gastos com essas etapas representam cerca de 35% do custo total de fabricação do combustível nuclear.
Embora já enriqueça no país parte do urânio usado nas usinas, a operação de conversão do mineral para o estado gasoso ainda é totalmente feita no exterior. O projeto da INB prevê a construção de dois módulos com capacidade para as demandas de Angra 1, 2 e 3, e mais uma nova central nuclear, num investimento estimado de R$ 461 milhões.
Quando atingir a autossuficiência no ciclo de produção de combustível nuclear, a INB será a única fabricante no mundo com enriquecimento e fabricação no mesmo local. A unidade em Resende aumenta a concentração do isótopo para cerca de 4%. A operação embora complexa, é considerada de baixo risco, uma vez que não ocorre mistura com água. As instalações foram aprovadas em 2004 pela Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA). Mas as autoridades brasileiras continuam mantendo 'a sete chaves' o acesso às centrífugas que produzem o urânio enriquecido como 'forma de proteger' a tecnologia desenvolvida pelo país.
Potencial para exportar urânio enriquecido
Embora o custo da contratação dos serviços de conversão e de enriquecimento no exterior não seja considerado alto, as divisas transferidas poderiam estar gerando empregos e desenvolvimento tecnológico no Brasil, sem contar que o transporte desse tipo de material exige sempre uma logística complexa.

Elemento combustível para usinas (Foto: Marcelo 
Côrrea/Divulgação/INB)Elemento combustível que abastece usinas
(Foto: Marcelo Côrrea/Divulgação/INB)
Para o presidente da Associação Brasileira de Energia Nuclear (Aben), Edson Kuramoto, mais do que gerar uma economia de divisas, a autossuficiência na fabricação do combustível nuclear representaria uma conquista estratégica.
“O maior benefício seria não depender mais da contratação de serviços no exterior, com os quais a gente nunca sabe até quando poderá contar”, afirma. “Energia nuclear é uma questão estratégica. O Brasil, ao lado dos Estados Unidos e da Rússia, são os únicos países que dominam a tecnologia do ciclo como um todo e que têm reservas de urânio”.

Kuramoto destaca que o Brasil, com apenas de 30% do território prospectado, possui atualmente a sexta maior reserva de urânio do mundo, com cerca de 600 mil toneladas. “O valor estratégico dessas reservas equivale ao do pré-sal”, afirma.

Hoje, a extração de urânio é monopólio do estado e a única mina em atividade é a de Catité. Para atender as demandas de Angra 3, está prevista para entrar em atividade até 2014 uma segunda jazida em Santa Quitéria (CE), em parceria com o setor privado.

O engenheiro nuclear Aquilino Senra, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ressalta que o Brasil foi o 9º país a dominar a técnica de enriquecimento de urânio e que precisa manter a sua capacidade de aperfeiçoar a tecnologia para almejar competir internacionalmente no mercado de fornecimento de urânio.

“O Brasil já poderia ser um player no mercado mundial, só falta vontade política”, afirma. “Se formos exportar urânio, não pode ser em minério puro, precisa ser beneficiado, cujo valor se multiplica em até 30 vezes”.

O governo ainda não tomou a decisão de vai ou não se tornar exportador de urânio ou de serviços na área nuclear. “No momento, não há planejamento para atender o mercado externo”, afirma o diretor da INB.

Segurança
Senra acredita que o acidente do Japão irá aumentar os questionamentos em torno da opção da energia nuclear. “A indústria terá que aperfeiçoar seus projetos de segurança e os planos de remoção em caso de emergência”, afirma. Segundo ele, porém, tanto o Brasil como os outros países não podem abrir mão dessa opção.

“Não tenho dúvida de que a indústria nuclear irá continuar a existir. Hoje, são 440 reatores nucleares em todo mundo, responsáveis pela geração de 17% da eletricidade do planeta. A substituição não vai ocorrer de uma hora pra outra”, afirma.

A energia gerada hoje por Angra 1 e Angra abastece cerca de 3% da demanda do país. Para o presidente da Aben, o Brasil não pode abrir mão do uso de combustíveis não fósseis que geram energia em grande escala, principalmente em um cenário de aquecimento global. “Nosso potencial hidráulico se esgota a partir de 2025. Temos a vantagem de ter o urânio em grande quantidade e de dominar a tecnologia de enriquecimento, não dá para desprezar a energia nuclear como opção energética”, diz Kuramoto.

Os países do Brics, grupo formado pelos emergentes Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, divulgaram na última reunião de cúpula comunicado conjunto defendendo o uso da energia nuclear na composição da matriz energética dos países. “A cooperação internacional no desenvolvimento seguro da energia nuclear para fins pacíficos deve ter continuidade em condições de estrita observância dos pertinentes requisitos e padrões no que se refere ao desenho, construção e operação de usinas nucleares”, afirmaram.

sábado, 23 de abril de 2011

Campo Grande sedia Campeonato Estadual de Fisiculturismo no final deste mês

A Liga Sul-mato-grossense de Fisiculturismo realiza no dia 30 de abril o 1º Campeonato Estadual de Estreantes. Segundo Roberto Ribeiro, presidente da entidade a pesagem dos atletas acontecerá um dia antes da competição, e a prévia às 12 horas do dia 30.
“Este vai ser o primeiro campeonato do ano. Depois, vamos ter a primeira edição do Campeonato Estadual e a quinta Copa Roberto Ribeiro”, comenta o dirigente. No intervalo entre a pesagem e a apresentação, acontecerá ainda um campeonato de supino.
O ano de 2010 foi bastante produtivo para o fisiculturismo no Estado. Em agosto, a Liga promoveu na Capital a 4ª Copa Roberto Ribeiro, que reuniu quase 50 atletas, e trouxe Fernando “Sardinha”, quarto colocado no último Campeonato Mundial, realizado na Grécia, que apresentou as disputas e ainda interagiu com a plateia.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Brasil acusa EUA por crise na OMC

GENEBRA - O Itamaraty acusa os Estados Unidos de serem responsáveis pela crise na Organização Mundial do Comércio (OMC) por exigir a total abertura dos mercados do Brasil, da China e da Índia no setor industrial. O governo brasileiro indica que, pela primeira vez, já se pensa em alternativas à negociação lançada há uma década.

Na prática, a busca por um Plano B é abandonar o ambicioso projeto da Rodada Doha e salvar pelo menos a credibilidade da OMC. Uma das ideias que circula em Genebra seria optar, por enquanto, por fechar tratados menores em setores onde exista algum tipo de entendimento.

"A percepção do Brasil é de que, se não houver flexibilidade por um dos membros, o hiato de fato não é superável", afirmou Roberto Azevedo, embaixador do Brasil na OMC. "Se não podemos quebrar o impasse, a próxima questão é se podemos fazer alguma coisa para salvar o que já foi feito", indicou, apontando que por ora não existem negociações concretas sobre isso. "São apenas ideias que estão circulando."

Azevedo garante que o Brasil não está fazendo a proposta de dividir a negociação em parcelas, nem é o promotor da ideia de adiar algumas das decisões mais difíceis por alguns anos. O Itamaraty, porém, não esconde que uma das preocupações é com a credibilidade da OMC. "Temos de ver como dar espaço para que a organização continue trabalhando em temas da agenda atual", disse Azevedo.

Para os países emergentes, o que os Estados Unidos pedem hoje não condiz com a realidade. Para fazer concessões no setor agrícola, os americanos estariam exigindo uma abertura profunda das economias de Brasil, China e Índia na área industrial. Só no caso do Brasil, por exemplo, o governo americano exige o fim de tarifas de importação para um terço dos produtos - 3,2 mil linhas tarifárias. China, Índia e Brasil chegaram à conclusão de que não há como continuar negociando com a Casa Branca nessas condições. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Para Dilma, viagem à China foi salto na relação entre países

Para Dilma, viagem à China foi salto na relação entre países
segunda-feira, 18 de abril de 2011 09:00 BRT

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BRASÍLIA (Reuters) - De volta de uma viagem de quase uma semana à China, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira que a visita foi um "salto de qualidade" na relação entre os dois países.

Dilma disse estar confiante na cooperação entre as duas nações e "muito satisfeita" com a viagem, na qual foram fechados diversos acordos com o país asiático.

"Acho que foi um salto de qualidade nas nossas relações. Mas ainda queremos mais", afirmou no programa de rádio Café com a Presidenta, destacando que pretende ampliar a venda de produtos mais elaborados à China, e não apenas matérias-primas.

Uma das maiores demandas do setor industrial brasileiro é a diversificação do comércio com a China para evitar a inundação do mercado no Brasil de manufaturados chineses.

Dilma participou, na última semana, de uma série de encontros no país asiático, que se comprometeu, em comunicado conjunto, a incentivar a importação de produtos brasileiros com mais valor agregado. Os dois países também fecharam acordos na área de ciência e tecnologia, petróleo e na área comercial.

Durante a viagem da presidente, a estatal chinesa da área de comunicação ZTE informou que pretende abrir uma fábrica no interior de São Paulo, um investimento de mais de 350 milhões de reais, segundo Dilma.

"A viagem foi bastante proveitosa. Eu diria que foi muito bem sucedida, porque nós alcançamos os nossos principais objetivos: o de abrir as portas para que mais produtos brasileiros, produtos mais elaborados, entrassem na China."

A presidente também afirmou, no programa, que o Brasil deve lançar em parceira com a China mais dois satélites para monitorar a agricultura e a Amazônia.

Dilma participou de mais dois encontros, o dos BRICs e do fórum econômico na cidade chinesa de Boao, que reuniu empresários e líderes de países asiáticos.

De acordo com a presidente, os cinco países dos Brics discutiram o controle da especulação financeira e mais equilíbrio no comércio internacional, além do combate à pobreza.

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)

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sábado, 16 de abril de 2011

Negócios

Negócios

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PIB brasileiro cresceu cerca de 4% no 1o tri, diz Mantega sexta-feira, 15 de abril de 2011 19:32 BRT

WASHINGTON (Reuters) - O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu "quatro, quatro e pouco por cento" em bases anualizadas no primeiro trimestre de 2011, afirmou nesta sexta-feira o ministro da Fazenda, Guido Mantega.  Artigo Completo
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G20 apoia plano contra futuras crises econômicas sexta-feira, 15 de abril de 2011 19:26 BRT 
WASHINGTON (Reuters) - Os ministros de Finanças das principais economias mundiais concordaram nesta sexta-feira com um novo plano para identificar países cujas políticas podem colocar a economia global em risco caso não sejam supervisionadas.  Artigo Completo  
Governo vê alta do PIB de 5,0% em 2012; IPCA de 4,5% sexta-feira, 15 de abril de 2011 15:29 BRT 
BRASÍLIA (Reuters) - O governo estima crescimento do Produto Interno Bruto em 2012 de 5,0 por cento, após expansão estimada de 4,5 por cento em 2011, com base na proposta Lei de Diretrizes Orçamentárias, apresentada nesta sexta-feira pelo Ministério do Planejamento.  Artigo Completo  

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Brics trocam o dólar por moedas nacionais para empréstimos entre si

Brics trocam o dólar por moedas nacionais para empréstimos entre si

14/4/2011 7:10,  Por Deutsche Welle
O terceiro encontro de cúpula dos Brics, realizado na cidade chinesa de Sanya, foi uma reunião de concordâncias. Os líderes das principais nações emergentes do mundo – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, esta recém-chegada ao grupo – querem continuar promovendo “um crescimento robusto, sustentável e equilibrado” da economia mundial, declarou o presidente chinês, Hu Jintao, nesta quinta-feira.
Os Brics querem também fortalecer as trocas comerciais entre os países do bloco. Depois de destacar a importância do bloco na recuperação global da economia – no cenário pós-crise de 2008 –, os líderes se manifestaram a favor de uma reforma do sistema monetário internacional, elevando a representação e influência das nações emergentes e em desenvolvimento nas instituições do sistema financeiro internacional.
Hu Jintao, anfitrião do encontro, afirmou que o desenvolvimento desigual é um dos problemas mais graves da economia mundial. Ele se manifestou a favor de um sistema de livre comércio internacional justo e contra todas as formas de protecionismo.
Na mesma moeda
A questão da moeda usada no comércio entre os cinco países avançou desde o encontro anterior, em Brasília. A presidente Dilma Rousseff, o presidente russo, Dimitri Medvedev, o primeiro-ministro indiano, Manmohan Singh, e o presidente sul-africano, Jacob Zuma, devem aprovar um acordo entre bancos que permitirá aos cinco países oferecer créditos ou ajuda financeira em suas próprias moedas – e não mais em dólar.
O Banco de Desenvolvimento da China declarou-se pronto para injetar 10 bilhões de yuans em empréstimos no Brasil, na Rússia, na Índia e na África do Sul. Segundo o presidente do banco, Chen Yuan, a decisão faz parte dos esforços do grupo em diminuir o uso do dólar no comércio e nos investimentos bilaterais e tem como foco grandes projetos nas áreas petrolífera, de gás natural e de infraestrutura.
Mundo árabe
Além das discussões econômicas, os Brics também pediram o fim dos conflitos na Líbia. “Nós partilhamos o princípio de que o uso da força deveria ser evitado. Temos a visão de que as partes deveriam resolver suas diferenças por meios pacíficos e pelo diálogo”, diz o comunicado conjunto.
China, Rússia, Brasil e Índia se abstiveram na votação do Conselho de Segurança das Nações Unidas, em 17 de março, na qual foram autorizados os ataques aéreos no país governado pelo ditador Muammar Gaddafi. A África do Sul, no entanto, votou a favor da intervenção militar, mas o presidente Zuma, durante visita a Trípoli no último domingo, pediu à Otan que interrompa a ofensiva militar.
Conselho de Segurança
Um assunto já há muito debatido voltou a ser tema no encontro dos Brics. Brasil, Índia e África do Sul querem uma reforma do Conselho de Segurança das Nações Unidas e pleiteiam mais espaço para influenciar a tomada de decisões. “A reforma do Conselho de Segurança da ONU é essencial. Não é possível que nós nos atenhamos a acordos institucionais que foram constituídos no período pós-Guerra”, afirmou Dilma.
China e Rússia, que são membros permanentes do Conselho, deram apoio às aspirações dos outros Brics. “China e Rússia reiteram a importância que dão ao status de Índia, Brasil e África do Sul nos assuntos internacionais e entendem e apoiam sua aspiração de desempenhar um papel maior na ONU”, diz a declaração final dos Brics.

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